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doris lessing, nobel prize

Doris Lessing won the nobel prize of literature, and I couldn’t be happier. I seldom read fiction, and only her, vonegut and phillip k. dick got my attention.
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To celebrate, I decided to repost my comments on her science fiction series, Canopus in argos: Archives. It’s written in portuguese, but I’ll translate it to english along the week.
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doris lessing
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terminando agora o livro sobre os pleiadianos, lembro que comecei com esse assunto lendo a série de ficção científica “canopus em argos” de doris lessing. como só achava os livros dela por sebos da vida, li a série entrecortada… vai abaixo a descrição dos cinco livros:
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shikasta: o primeiro dos cinco livros, e mais grosso também. vale o esforço. dá ênfase na vida de johor, um canopiano na pele de humano, e toda a trajetória do imbroglio gerado pelo dia do julgamento final da terra. é, parece cheesy, mas é muito bem construído, toda a faculdade que ele passa (pulando de informante em informante, nada oficial), o sense of emergency e a sensação de manter-se puro nos dias finais. a história é contada (se bem me lembro) pelo ponto de vista da irmã dele.
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casamento entre as zonas três, quatro e cinco: trata da terra no passado, quando foi dividida por cinco zonas experimentais, e os casamentos eram arranjados entre os aliens na base de suas alianças. todo narrado pela mulher da zona matriarcal a se casar com o homem da zona “espartana”. bons relatos das civilizações, e o tempo é o “humano”, ou seja, se vc lê-lo isoladamente só verá uma história medieval/fantástica, a la marion zimmer bradley.
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the sirian experiments: li no original. esse é o mais viajante de todos. todo narrado como conversação oficial entre um siriano um canopiano, sobre as fases da terra. como o tempo é alienígena, as vezes mostra-se detalhes históricos importantes, e as vezes o tempo dá um fast foward, de modo que fica dificil correlacionar as civilizações com seus relatos (lembrando que os aliens têm nomes diferentes para nossas tribos). destaque para o momento em que o canopiano relata sua visita a uns lideres tribais/medievais (que fiquei sem saber que civilização era), todos sedentos por suas brilhantes jóias, e ele tentando explicar, emanar, de alguma maneira, que aqueles cristais não eram símbolos de poder (o máximo que os líderes conceguiam conceber) mas seu pressure suit para conseguir navegar na vibração terráquea, já corrompida. e, claro, o momento em que explicam a queda do eixo da terra, alertada a civilizaçães anteriores e lamentada por e sofrida por muitos.
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the making of the representative for planet 8: esse foi o único que não li, me toquei agora. amazon, cadê você???
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os agentes sentimentais: relatos de um siriano cansado e perdido na Terra atual, com suas dificuldades de manter contato com seu true self e constantes crises de fé. a história passa-se desde os contatos que ele precisava manter no início de sua “encarnação” e a medida que ele vai se corrompendo, e as visitas dos seus colegas aliens, embasbacados com a influência moralmente tóxica do planeta terra, e seus questionamentos se ainda valia a pena contar com ela.
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well, é isso. se você leu as brumas de avalon, então raise the bar a lil’ bit e parta para feministas mais avançadas. se acharem qquer um desses em sebos da vida, comprem e leiam. parece um emaranhado de intrigas mas é tudo conduzido com maestria pela autora…

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suck your printer dry
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waste all ink you still have on your printer with these two nice websites.
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on science fiction papercraft (crude engrish a japanese website) you can choose to build between some starwars robots or other sf movies (how about the back to the future delorean?)
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in the other one, called rasterbation, you send a picture (upload or the web) and they give you a big pdf file to print (in black & white, huge dots and tiled). good to tell the world about your last obsession.
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