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i’m using the CSS Fisheye menu zoom, take a look at the upside menu and “other rants” (at the end of this page).
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i always restart my blog clean and neat, and then i overload it with csses, js, and other gizmos. and then it colapses and i restart it again. cyclical!
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yesterday was jeff’s day off, so we watched kill bill.
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the movie is awesome, the director melts smoothly classic tv-series (as the chapters, the timming, the corny dialogues) with japonism (as the barefoot rocker gueixas, or the nipo-western songs). it seems all hollywood was kept in criogenic state till tarantino returns with the classic directors subversive school.
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we gotta admit, all movies actually have the same dull design… full of blue metalic or brown 3D logos… even “league of gentlemen…” uses this, instead of the prolific victorian steampunk style.
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trivia: the 20 oz coca-cola costs $ 3.50 inside the theatre - the same bottle costs $1 ~ &1.25 inany deli - so me and jeff decided to buy chips and soda outside the thatre and hide on our coats. there, jeff’s bottle falls down the stairs. i never saw jeff laughs so loud! ;-)
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media ecology and logonautics
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ontem, enquanto o jeff fazia a comida, li o jornal na cama e dei uma cochilada (sim, é uma situação arquetípica mas não é disso que quero falar).
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sonhei que lia manchetes de jornal, glossolalicamente. eu sabia que as matérias não faziam sentido (eu estava no pré-sono, onde normalmente os elementos mais relevantes flutuam em torno da sua consciência, tentando estabelecer novas conexões), mas deixei rolar pq julgamento impede vc de afundar no slumber.
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daí que comecei a prestar atenção (de rabo de olho, pra não o foco mental não “quebrar” o fluxo) e me descobri trapped na narrativa dos jornais que estou lendo. eu, que normalmente não me pego com a forma como são apresentadas as coisas (era comum na minha época de fumado ler um livro inteiro e não saber mais tarde se estava em português ou inglês), capturei todo o padrão linguístico do nyt, que se desenrolava na minha frente, sem um fato para revesti-lo (um fato atrairia meu foco de atenção e me expulsaria do slumber, automaticamente me fazendo perder o que lia).
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considerações: é bem verdade que tendo tantos escritores e tentando manter uma linha editorial, e com computers para equalizar sua narrativa, o nyt flattening o discurso. é bem mais fácil capturar os padrões de computadores (predictable machines) que de um grande escritor (convenhamos, impossível. ele sempre te surpreende). não tem nada de visionário em derrepente se sentir trapped entre o gramatical e a informação per se: jornalistas iniciantes fazem isso o tempo todo, absorvendo a política da empresa sem nem perceberem, a minha única diferença é que passo tudo pro consciente, e observei o fluxo. ah, e que não sou jornalista, tb! :)
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outra, o uneasy da situação ficou por conta de eu absorver os paradigmas quase que sem questioná-los (what a faux pas for a free thinker like me). de início pensei que tava sofrendo de overdose de informação (no brasil vc passa mais tempo caçando e negociando o trade de símbolos do que absorvendo-os), o que é normal para quem passa de uma cultura de limitação para uma de abundância (protect from what i want, hehe), mas depois caiu a ficha que o fluxo pode correr por aqui mas a concentração é baixa, tanto que para satisfazer minha sanha por símbolos, tive que mastigar a apresentação dela, pois já furei o conteúdo.
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terceiro, uma vez que aqui o fluxo de informação é rápido e constante (constante no sentido de não haver “secas”), que já tô “pegando” a narrativa (que é flatten por aqui, sem os rebuscados latinos, uma coisa by the book que não apenas é percebida como esperada por aqui - céus, eles até julgam candidatos a presidência pelo número de piscadas no debate ao vivo) e que preciso (e quero, na real) chegar a um colapso do modo como absorvo a informação (colapso no sentido exponencial de take for granted um padrão e partir para mais elevados, interconectando-os), vejo que tá aberta a temporada de caça de nova consciência (consciência essa que eu já tinha acesso, mas era proibitivo singrá-la pois meu foco estava preso em boring processos de shelter/food/social-acceptance)…
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well, ao menos vamos testar as águas (cadê minha maconha? :)
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ah, e o jonathan matou a charada das minhas angústias… é fall blues, normal por aqui.
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eu ficava como que jogando whack-a-mole, cada hora eu achava que era por um motivo… saudades, trabalho, relacionamento, algum recado espiritual que nnao digeri, mas nada…
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isso não tem no brazil beibe… é como sentir sede, e quando beber água, perceber que estava cheio. o spider sense em pane. tipo quando os astronautas tão em gravidade zero e pensam que tão caindo, freefall. a medida, acredito, o spider sense atrofia e vc take it for granted. como o labirinto (o senso de gravidade, os pelinhos do ouvido, que qunado vc lava fica todo tonto) dos astronautas.
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(no próximo episódio: nicholas dobra a esquina e perde o amor, o dinheiro, afamília num acidente de carro, sua casa pega fogo e os aliens diminuem seu pau em 3 inches. “damn, i’ve been warned” - lamenta)
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e-mule & packets
(de uma conversa com o chiptotek)
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na real o e-mule é melhor que o soulseek neste sentido… cada novo arquivo que entra na rede, ganha uma id… assim, a mesma musica da britney spears pode ter vários ids (sources) mas cada id é apenas um tipo de arquivo, independente de quantas pessoas o baixem.
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isso garante duas coisas ótimas:
1. baixar por packets, já que vc não está preso por usuário.
2. links html direto para o e-mule (já que o link não vai para o arquivo per se, mas para a busca do e-mule por este id).
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joão do apavoramento me ligou… falou que compraram um final scratch, ótimo… papeamos sobre a cultura daqui (nnao, eu não quero saber como está a cultura do rio), falou que o pessoal de são paulo que começou a dar valor para o trabalho do apavoramento…
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quanto ao site, tô agora encarando a parte de rádio… o vídeo e o crew tão okeis… só templates, mas rádio…
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é complicado pq definimos dessa maneira: vídeo é em quicktime mesmo e olhe lá, pq é way better que real video, e o público que assiste aos vídeos é pra ser agências, com banda larga, e mostrar algo bem acabado é melhor que tentar comprimir e ficar uma bosta. áudio é em real player, pq é o padrão da galera, and we took great pains pra garantir que os mixtapes tocassem sem lag em conexão discada e banda larga.
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mas eu não sei (e não gosto) de real player. para mim, o marketing deles é similar aos dos sites pornôs. muitos cliques para achar o plugin gratuito, muito labirinto para desviar do infame form de “insira aqui seu no de cartão de crédito”. fuck off!
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fomos de manhã cedo eu e jeff no dep. e polícia, pq o jeff bebeu na rua e ooohhh, as criancinhas. luckly nada aconteceu. passeamos um pouco e fomos pra casa. isso ontem.

mais de noite fomos toda a família no milon, um restaurante bangladeshiano (oops!) gostoso, que a tata falava desde que chegamos, mas nunca fomos.


o jeff não aparece em foto nenhuma pq, obviamente, estava ocupado tirando-as!
