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cut&mistake, new logo

for cutandmistake.com… do us a favor and subscribe to the podcast already.
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I’m outsourcing my 33yo birthday party to their gig, this Saturday. Easier to clean, heh? Click if you around NYC and wanna know address.

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lovely icons
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the author of this site reunited 300 icons from different websites to judge it. it was: arrows, posts, comments, mail, bullets, print and carts.
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nevermind his conclusions, i loved all those tiny icons packed together, it has a “mundane-stuff-in-a-canvas” quality.
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and thinking about it, is there any other quintessencial icon on websites? i thought of edit/preferences, login, logout, new and wishlist. it would be cool to assign letters fr it and build different sets of dingbats fonts for it…

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family act
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my sister is showing her jewelry in a flea market at williamsburg (N6 st, near bedford) so in a jiff me and my mom helped her, me with design (business card, logo, site) and my mom with displays and packaging.
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i’m leaving now, gotta see that.

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logo proposal
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the original junkyard cutiepie logo doesn’t work well on small scales, so i decided to show someting new. i hope dustin likes it (he didn’t asked for changes, and designers can be so jealous of their creations).
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yesterday was jeff’s day off, so we watched kill bill.
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the movie is awesome, the director melts smoothly classic tv-series (as the chapters, the timming, the corny dialogues) with japonism (as the barefoot rocker gueixas, or the nipo-western songs). it seems all hollywood was kept in criogenic state till tarantino returns with the classic directors subversive school.
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we gotta admit, all movies actually have the same dull design… full of blue metalic or brown 3D logos… even “league of gentlemen…” uses this, instead of the prolific victorian steampunk style.
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trivia: the 20 oz coca-cola costs $ 3.50 inside the theatre - the same bottle costs $1 ~ &1.25 inany deli - so me and jeff decided to buy chips and soda outside the thatre and hide on our coats. there, jeff’s bottle falls down the stairs. i never saw jeff laughs so loud! ;-)

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i-ching user guide
explicando pro conano como usar o i-ching, daí me toquei que podia passar pro blog…


o iching do uol é o melhor mesmo entre os gringos: com o texto original do livro do jung e richard wilhelm.
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infelizmente, tem que ser sócio do uol, mas nada que eu não tenha ajustado (põe nos seus bookmarks, ok?)…
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modo de usar:
  • tem que pensar na pergunta, e clicar quando conseguir formar a idéia na cabeça
  • tem que clicar seis vezes, uma pra cada linha. daí ele te leva para a resposta
  • o workaround que fiz chama logo a primeira linha quando entra na pagina, entao já vai pensando na pergunta ao ENTRAR na pagina

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os melhores tipos de perguntas são:

  • “o que eu faco para (descreva a situação que te aflige aqui)”
  • “o que vai acontecer se eu (descreva a proposta do cenario por aqui)”
  • e vc pode tb fazer perguntas sobre o ponto de vista dos outros… tipo “o que (insira outra pessoa) pensa de (insira situação)” (lembra que a resposta nao é o que está acontecendo, nem um conselho sobre o que fazer, mas como a pessoa a situação e pretende reagir

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conselhos

  • o importante eh lembrar bem o que perguntou, pra conseguir interpretar direito
  • e ênfase nas linhas mutáveis, quando aparecem. esses são os recados especificos da situação
  • e pode até perguntar duas vezes a mesma coisa, mas tem que mesclar uma resposta com a outra

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uso o iching desde meus treze anos, o bicho moldou meu caráter muito mais que meu pai e minha mãe (well, se isso serve de anúncio, né? ;). have fun!

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media ecology and logonautics
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ontem, enquanto o jeff fazia a comida, li o jornal na cama e dei uma cochilada (sim, é uma situação arquetípica mas não é disso que quero falar).
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sonhei que lia manchetes de jornal, glossolalicamente. eu sabia que as matérias não faziam sentido (eu estava no pré-sono, onde normalmente os elementos mais relevantes flutuam em torno da sua consciência, tentando estabelecer novas conexões), mas deixei rolar pq julgamento impede vc de afundar no slumber.
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daí que comecei a prestar atenção (de rabo de olho, pra não o foco mental não “quebrar” o fluxo) e me descobri trapped na narrativa dos jornais que estou lendo. eu, que normalmente não me pego com a forma como são apresentadas as coisas (era comum na minha época de fumado ler um livro inteiro e não saber mais tarde se estava em português ou inglês), capturei todo o padrão linguístico do nyt, que se desenrolava na minha frente, sem um fato para revesti-lo (um fato atrairia meu foco de atenção e me expulsaria do slumber, automaticamente me fazendo perder o que lia).
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considerações: é bem verdade que tendo tantos escritores e tentando manter uma linha editorial, e com computers para equalizar sua narrativa, o nyt flattening o discurso. é bem mais fácil capturar os padrões de computadores (predictable machines) que de um grande escritor (convenhamos, impossível. ele sempre te surpreende). não tem nada de visionário em derrepente se sentir trapped entre o gramatical e a informação per se: jornalistas iniciantes fazem isso o tempo todo, absorvendo a política da empresa sem nem perceberem, a minha única diferença é que passo tudo pro consciente, e observei o fluxo. ah, e que não sou jornalista, tb! :)
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outra, o uneasy da situação ficou por conta de eu absorver os paradigmas quase que sem questioná-los (what a faux pas for a free thinker like me). de início pensei que tava sofrendo de overdose de informação (no brasil vc passa mais tempo caçando e negociando o trade de símbolos do que absorvendo-os), o que é normal para quem passa de uma cultura de limitação para uma de abundância (protect from what i want, hehe), mas depois caiu a ficha que o fluxo pode correr por aqui mas a concentração é baixa, tanto que para satisfazer minha sanha por símbolos, tive que mastigar a apresentação dela, pois já furei o conteúdo.
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terceiro, uma vez que aqui o fluxo de informação é rápido e constante (constante no sentido de não haver “secas”), que já tô “pegando” a narrativa (que é flatten por aqui, sem os rebuscados latinos, uma coisa by the book que não apenas é percebida como esperada por aqui - céus, eles até julgam candidatos a presidência pelo número de piscadas no debate ao vivo) e que preciso (e quero, na real) chegar a um colapso do modo como absorvo a informação (colapso no sentido exponencial de take for granted um padrão e partir para mais elevados, interconectando-os), vejo que tá aberta a temporada de caça de nova consciência (consciência essa que eu já tinha acesso, mas era proibitivo singrá-la pois meu foco estava preso em boring processos de shelter/food/social-acceptance)…
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well, ao menos vamos testar as águas (cadê minha maconha? :)