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worst name EVER!


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worst name EVER! by Betatester.
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I dunno about the water, but the plastic bottle for sure is eternal.
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dumbasses!

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MEA convention @ rochester NY
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i’m in rochester, NY, near-near toronto, canada (i didn’t know it was so far away - it’s my first big travel thru USA), for the media ecology association convention.
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after being alone in the train station (1 dollar stolen from the phone booth, so i couldn’t talk with jeff, and jonathan still sleeping), i got a cab, to see a familiar face on RIT.
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and i found it. janet was there, i’m with my xxx right now, and a lot of papers, and a copy of exit strategy book (douglas rushkoff will be attending).
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i’ve been in a rush to finish my last project, and switch server providers (for nonlinearmatters.com), and switch telecoms (from sprint - expensive and confusing - to vonage - VOIP, and cheaper). technically, i got it (except that vonage calls are too choppy on softphone), but i can’t relax, my unconscious up and ready for more challenges.
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gotta tell it it’s over!

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about wi-fi, dsl & cable different contracts for ISP, janet (my teacher & friend! ;) talks about the 1-way vs. 2-way growing nuissance for the media conglomerates (putting it bluntly, the more we interact with each other, the less we spend in their entertainment solutions).
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One symptom of conglomerates not wanting to promote interpersonal communication online is the failure of major instant messaging providers to agree on a common set of protocols as has been done for other online systems such as email. Active users providing their own content are competition for the media conglomerates. I suspect this is one reason we don’t hear much about the lack of standards for instant messaging — or the difficulty in establishing standards in general for cell phone telephony — but we do hear tons about how upset the media conglomerates are about users stealing content (i.e., downloading music and movies).

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@ MEA discussion list, not that intense as the printed journal (nice original papers there), but a good source anyway.

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and in case i forgot: i’m working as a helper with dr. janet stenberg at fordham university. she teaches digital media & cyberculture on wed, and interactive media on mon/thu.
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i put all of it in two .ics calendars, if you have ical or (some say) outlook express, you can install the schedule of the former and the later here.
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it’s non-profit, but hey, i’m right where i wanna be, with intelligent people carrying marshall mcluhan legacy at media ecology association.
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the best thing for me is to talk (and read) a lot of good papers discussing convergence, media environments, and such. and to put things in context too: i lived the emergence of the digital era in my teen years, so now i can look back in time and put some names on what i only knew by my personal experience.

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media ecology and logonautics
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ontem, enquanto o jeff fazia a comida, li o jornal na cama e dei uma cochilada (sim, é uma situação arquetípica mas não é disso que quero falar).
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sonhei que lia manchetes de jornal, glossolalicamente. eu sabia que as matérias não faziam sentido (eu estava no pré-sono, onde normalmente os elementos mais relevantes flutuam em torno da sua consciência, tentando estabelecer novas conexões), mas deixei rolar pq julgamento impede vc de afundar no slumber.
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daí que comecei a prestar atenção (de rabo de olho, pra não o foco mental não “quebrar” o fluxo) e me descobri trapped na narrativa dos jornais que estou lendo. eu, que normalmente não me pego com a forma como são apresentadas as coisas (era comum na minha época de fumado ler um livro inteiro e não saber mais tarde se estava em português ou inglês), capturei todo o padrão linguístico do nyt, que se desenrolava na minha frente, sem um fato para revesti-lo (um fato atrairia meu foco de atenção e me expulsaria do slumber, automaticamente me fazendo perder o que lia).
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considerações: é bem verdade que tendo tantos escritores e tentando manter uma linha editorial, e com computers para equalizar sua narrativa, o nyt flattening o discurso. é bem mais fácil capturar os padrões de computadores (predictable machines) que de um grande escritor (convenhamos, impossível. ele sempre te surpreende). não tem nada de visionário em derrepente se sentir trapped entre o gramatical e a informação per se: jornalistas iniciantes fazem isso o tempo todo, absorvendo a política da empresa sem nem perceberem, a minha única diferença é que passo tudo pro consciente, e observei o fluxo. ah, e que não sou jornalista, tb! :)
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outra, o uneasy da situação ficou por conta de eu absorver os paradigmas quase que sem questioná-los (what a faux pas for a free thinker like me). de início pensei que tava sofrendo de overdose de informação (no brasil vc passa mais tempo caçando e negociando o trade de símbolos do que absorvendo-os), o que é normal para quem passa de uma cultura de limitação para uma de abundância (protect from what i want, hehe), mas depois caiu a ficha que o fluxo pode correr por aqui mas a concentração é baixa, tanto que para satisfazer minha sanha por símbolos, tive que mastigar a apresentação dela, pois já furei o conteúdo.
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terceiro, uma vez que aqui o fluxo de informação é rápido e constante (constante no sentido de não haver “secas”), que já tô “pegando” a narrativa (que é flatten por aqui, sem os rebuscados latinos, uma coisa by the book que não apenas é percebida como esperada por aqui - céus, eles até julgam candidatos a presidência pelo número de piscadas no debate ao vivo) e que preciso (e quero, na real) chegar a um colapso do modo como absorvo a informação (colapso no sentido exponencial de take for granted um padrão e partir para mais elevados, interconectando-os), vejo que tá aberta a temporada de caça de nova consciência (consciência essa que eu já tinha acesso, mas era proibitivo singrá-la pois meu foco estava preso em boring processos de shelter/food/social-acceptance)…
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well, ao menos vamos testar as águas (cadê minha maconha? :)